
Tenho meditado nestes dias a respeito da nossa capacidade de reação diante do confronto com os nossos ideais. Você já sentiu aquela sensação de não poder falar com alguém, pois crê que se falar alguma coisa ela vai "soltar os cachorros"? É disso que eu estou falando.
O mais interessante é que isso ocorre, regularmente, em comunidades evangélicas. Ao longo de minha tenra vida presenciei fatos um tanto quanto estranhos: uma pessoa deixa de expressar a sua opinião - totalmente válida - com medo da reação do outro. Penso que, além da mansidão, uma outra marca na vida do crente deva ser a autenticidade. Se, ao contrário de sermos políticos em nossos diálogos, agíssemos conforme aquilo que cremos estaríamos na "mão certa da rua".
Creio que há lugar para os diferentes em suas opiniões e conversa para os que teimam em querer somente bagunçar com o meio onde está. Podemos ser felizes na diferença do diálogo, mas basta que haja a compreensão de como o outro é.
Tenho procurado exercitar essa compreensão a ponto de "tentar" entender a postura beligerante dos outros e, principalmente, a minha.
Que o Senhor nos ajude a controlar nossas emoções e reações e que nós vivamos compreendendo aqueles que estão ao nosso redor.
Amém.
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