Comentários irrelevantes sobre coisas relevantes

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Tempestades


As últimas três semanas foram desafiadoras para minha vida. Neste tempo tenho aprendido a viver em meio às tempestades que a vida traz. Lembrei muito do versículo onde Jesus alerta que no mundo teremos aflições, mas devemos ter bom ânimo. Só o Senhor sabe como tem sido uma maratona diária descobrir esse bom ânimo. Dependo unicamente Dele.
Graças a Ele mesmo, muitas bênçãos já tem surpreendido o meu cotidiano. A chegada da Bia, relacionamentos familiares que estão sendo reconstruídos, direção do Senhor clara e específica em assuntos muito importantes, a bênção do pão diário, enfim, Deus tem sustentado e toda glória e toda honra seja devida a Ele, unicamente.
Que o Senhor nos abençoe com graça sobre graça.
Amém. 

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

A cada dia que passa


As últimas semanas foram bem desafiadoras para a mim e para minha esposa. Graças a Deus temos aprendido a depender de Deus em todas as circunstâncias. É uma realidade muito agradável poder sentir o sustento do Senhor e o Seu cuidado a cada dia que passa.
Louvado seja o Senhor.
Amém.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Caminhando

Faz um pouquinho de tempo que não escrevo.
A vida tem caminhado bem, graças ao Senhor. A cada dia tenho experimentado o sustento de Deus em minha casa; de todas as formas.
A gravidez já ultrapassa os 4 meses e a nossa felicidade está estampada na gente. Deus nos concedeu essa alegria.
O Senhor tem nos guiado, para honra e glória unicamente Dele.
Que Deus nos abençoe.
Amém.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Minha família

Meus últimos dois meses têm sido intensos. Não sei se já fiz algum comentário neste espaço a respeito, mas é que eu vou ser papai. Aninha está grávida e linda!
O sentimento da regozijo é muito grande e ao mesmo tempo dá aquele frio na barriga, como quem está voando de avião pela primeira vez (no meu caso foi assim mesmo...rs).
Os dias diferentes e não somente algo está tomando forma no útero da Aninha; em mim algo está brotando também. Consigo sentir um burilar constante no meu caráter, na minha personalidade; é uma visão mais serena e sensível das coisas. É o sentimento de paternidade sendo forjado em mim, sinto isso. Talvez eu já consiga dimensionar a questão da paternidade a um ponto onde possa perceber com melhor compreensão o resultado do amor de Deus pela humanidade ao ponto de dar o seu filho para trazer paz.
Hoje nós tivemos uma manhã maravilhosa. Não parávamos de conversar com o bebê dentro da barriga. Entre a troca de carinho entre mim e a Aninha, eu conseguia sentir claramente o amor circulando como algo completamente prático. Foi um momento muito gostoso. Aninha repetia que aquela era a família dela, a família que ela havia sonhado. Deus é muito bom.
A minha oração é que a nossa sensibilidade àquilo que Deus já preparou para a nossa família seja algo real a ponto de desfrutarmos de todos os momentos juntos e em união.
Que o Senhor Deus nos abençoe.
Amém.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

O amor de Pedro

Queridos irmãos,
A pregação de que falei na postagem "Palavra" já está disponível ao lado em "Meditações em vídeo" com o nome "O amor de Pedro".
Deus os abençoe.
Abraço.

domingo, 29 de junho de 2008

Irmãos missionários norte-americanos no STBetel



Na última sexta-feira (27/06/08), pela manhã, um grupo de irmãos missionários norte-americanos visitou o Seminário Teológico Betel. Foram momentos muito agradáveis de louvor e ministração da Palavra de Deus.
Que Deus nos abençoe.
Amém.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Palavra

Ontem na capela noturna do seminário, o Tinoco meditou na passagem onde Jesus pergunta para Pedro se ele O ama. Não consegui gravar a predica inteira, somente parte dela.
Foi uma palavra edificante para nós que fomos chamados pelo Senhor para uma obra específica na Sua seara.
O tema da reflexão foi o amor de Pedro e todas as implicações que isso traria para a própria vida dele. Maravilhoso!
Vou tentar postar o vídeo assim mesmo; apenas parte dele. Tenho certeza de que edificará muitas pessoas. Depois, é só conferir no campo ao lado - meditações em vídeo.
Que Deus nos abençoe.
Amém.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Compreensão


Tenho meditado nestes dias a respeito da nossa capacidade de reação diante do confronto com os nossos ideais. Você já sentiu aquela sensação de não poder falar com alguém, pois crê que se falar alguma coisa ela vai "soltar os cachorros"? É disso que eu estou falando.
O mais interessante é que isso ocorre, regularmente, em comunidades evangélicas. Ao longo de minha tenra vida presenciei fatos um tanto quanto estranhos: uma pessoa deixa de expressar a sua opinião - totalmente válida - com medo da reação do outro. Penso que, além da mansidão, uma outra marca na vida do crente deva ser a autenticidade. Se, ao contrário de sermos políticos em nossos diálogos, agíssemos conforme aquilo que cremos estaríamos na "mão certa da rua".
Creio que há lugar para os diferentes em suas opiniões e conversa para os que teimam em querer somente bagunçar com o meio onde está. Podemos ser felizes na diferença do diálogo, mas basta que haja a compreensão de como o outro é.
Tenho procurado exercitar essa compreensão a ponto de "tentar" entender a postura beligerante dos outros e, principalmente, a minha.
Que o Senhor nos ajude a controlar nossas emoções e reações e que nós vivamos compreendendo aqueles que estão ao nosso redor.
Amém.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Compaixão

Hoje tive duas avaliações de teologia do VT, a I e a III. Não obstante as boas notas que consegui obter, foi a partir do encontro dos meus irmãos, que também fizeram provas, que essa minha reflexão está sendo escrita.
Quando concluímos a primeira avaliação, TVT I, ficamos conversando na recepção do seminário acerca da vida cristã e o comprometimento com a sã doutrina. O assunto foi longe. Aí, o Fábio puxou o coro dos grande nomes, como Jonathan Edwards, Whitefield, Wesley...foi embora...a gente começou a debater sobre o desejo que movia esses caras a um compromisso único com a boa reflexão teológica e um coração quebrantado, ardente e desejoso de um avivamento.
Como resultado do "concílio", pensei sobre a nossa capacidade de entregar nossas vidas a Deus, em favor do Seu plano para a humanidade e nosso papel nesse plano. Achei-me um miserável! Como será a minha entrega ao plano de Deus para a humanidade?
Pensamentos à parte, o Tinoco ministrou na capela uma passagem do profeta Isaías e mostrou um vídeo que mostrava a realidade de um pastor, em Ruanda. O pastor começou a falar da realidade da AIDS naquele lugar e a discutir o que ele, como pastor de igreja, poderia fazer para trazer esperança aos irmãos infectados.
Uma palavra chamou a minha atenção: compaixão. Mas não uma compaixão teórica, apenas sentimento que nos move dentro de nós mesmos ou nos impele a explodir em prantos agonizantes. Não apenas isso! Uma compaixão prática! O pastor se perguntava: "o que eu posso fazer?". Ele mesmo respondeu: "...posso visitá-las, posso orar com elas, posso estar com elas...". Disse ainda que seus rostos mudavam após a oração, a visita, o acompanhamento, apesar da presença da doença em seus corpos.
Notei que não era nada majestoso, megalomaníaco ou cheios de concreto: era simples! Muito simples. O pastor, SIMPLESMENTE, estava com seus irmãos e isso era gratificante para ele e para aqueles a quem ele visitava.
Como será a minha entrega ao plano de Deus para a humanidade? Posso não ter todas as respostas agora, mas sei que poderá ser algo bem simples, como limpar o nariz de uma criança, enxugar as lágrimas de uma pessoa idosa ou orar por uma enfermidade.
Que o Senhor nos conduza em simplicidade para o plano que Ele tem para o mundo.
Em nome de Jesus Cristo,
Amém.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Intimidade

A aula de teologia do NTI, com o professor Marcelo Tenório, não foi o que estava sendo esperado. Não que a aula tenha sido tediosa ou algo semelhante; mas em razão dos assuntos que foram debatidos na classe, que nada tinham a ver com a matéria proposta no início da predica do mestre.
Começamos a debater algumas questões que abordavam a forma de se dirigir a Deus em cânticos, que mais parecia um romance do que o relacionamento de Pai e filho. O sempre magistral, João Marcos, citou algumas músicas da atualidade, que falam de "sentar no teu colo", "beijar o teu rosto", "sentir o teu abraço", "dançar contigo" e por aí foi...A galera neopentecostal da turma ficou logo ressentida, percebeu-se logo. Mas o pessoal que gosta do debate acalorado logo se pronunciou.
Enquanto isso, eu lembrava de uma pergunta que fiz a um pastor de igreja quando estava no início da caminhada. A pergunta foi a seguinte: "Podemos chamar Deus de você?". O apascentador logo disse que era um absurdo nos dirigirmos a Deus dessa maneira e tal, que era desrespeito e tudo mais...essas coisas. Resolvi, então, jogar esse "pó-de-mico" na conversa da turma. O professor pontuou as mesmas observações que meu ex-pastor fizera quando questionei a respeito. Alguns alunos se manifestaram acompanhando a argumentação do Marcelo e ficou assim mesmo. Mas, antes de ele terminar a fala, ele disse, mais ou menos assim: "...olha, em um contexto público soa um tanto estranho, mas na intimidade do seu relacionamento com o Senhor você pode fazer isso...". Essa resposta me deixou pensativo, pois geralmente a gente se escandaliza quando alguém, diagonalmente, defende o uso em algum caso específico. Mas eu fiquei em paz e pensei naqueles versículos que falam que Jesus é nosso amigo, que temos acesso ao Pai, Jesus lavando os pés dos discípulos...pensei: "posso chamar Deus de Você".
Procurei, por fim, um versículo e encontrei uma preciosidade lá em Provérbios 3:32, onde diz: "Porque o perverso é abominável ao SENHOR, mas com os sinceros ele tem intimidade". Logo, sedimentei o debate na minha mente e fiquei convencido de que o nosso Pai, pode ser chamado de Você, com todo respeito e reverência que só Ele é digno de receber.
Que Deus nos abençoe.
Amém.

sábado, 24 de maio de 2008

Calmaria


Quão apressados estamos correndo sempre atrás de alguma coisa, não é?
Estava revendo algumas fotos do projeto missionário e me deparei com essa imagem, simplesmente, maravilhosa. Lembro bem de quando foi tirada. Estávamos no nosso segundo dia de folga lá em Porto da Folha (Sergipe) e havíamos alugado um barco para nos levar até a outra margem do rio São Francisco, no povoado de Barra de Ipanema, cidade de Belo Monte, já no estado de Alagoas.
Esse dia era uma manhã de segunda-feira, 21 de janeiro deste ano, e imagino que no cruzamento da Av. Rio Branco com Av. Presidente Vargas, na capital do Rio de Janeiro, devia estar um "pouquinho diferente".
Que calmaria a imagem desse homem diante de outras questões que a vida talvez possa impor a ele próprio. Essa perspectiva de tranquilidade precisa estar presente em nossas vidas, por mais que nos encontremos atribulados pelas agruras da vida.
De qualquer forma, é uma excelente imagem, não é?
Que o Senhor Jesus Cristo nos abençoe.
Amém.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Juntos somos mais fortes

Ontem ouvi uma palavra simples, porém necessária durante a pregação lá na igreja.
Falava o pregador sobre a comunhão, e como ela é um instrumento para nos tornar mais fortes - este era o tema do culto, que foi dirigido pelos jovens da congregação.
A predica teve início com uma reflexão sobre a situação de isolamento atual em que as pessoas vivem; isoladas por falta de tempo e vivem às pressas para fazer alguma coisa Nesse passo, pensou-se em espiritualidade, ou melhor, na afirmativa de que esta não existe sem relacionamento, sem comunhão.
O pregador utilizou o texto de Neemias 1:1-7, destacando as atitudes do copeiro para ver a sua empreitada de reconstrução realizada: orar a Deus sempre (v. 5) e confessar a Deus os pecados existentes na nossa vida (v. 6).
A temática abordada a respeito da oração e da confissão de pecados parece até simplória, mas não é, à medida que foi tratada como um aspecto da humilhação diante do Senhor, reconhecer que não somos nada e dependemos do auxílio do Pai.
Baseado nesses pressupostos, estaremos aptos para reconstruir coisas na nossa vida, tratar o nosso caráter e fazer isso também na vida dos que estão próximos de nós.
Que o Senhor nos ajude.
Amém.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Evento

I Congresso de Avivamento Espiritual da Convenção Batista Carioca

28 a 30 de Maio de 2008
19:00 horas

Igreja batista no Méier
Rua Hermengarda, n. 31, Méier.
Rio de Janeiro, RJ.

Carlos Elias de Souza Santos, Neander Kraul de Miranda Pinto, Russel Shedd e Wander Ferreira Gomes.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Recuar ou avançar?

Mais uma semana tomou início e com ela todos os desafios do cotidiano.
Quando temos desafios a serem superados nos nossos dias podemos assumir dois posicionamentos: recuar ou avançar. A primeira opção é muito tentadora e, confesso, que em muitos desafios em minha vida esta possibilidade foi a escolhida sem hesitação. É claro que trouxe suas consequências naturais: apenas adiei algo que precisava ser encarado. A segunda opção é a que resta, naturalmente, em qualquer problemática. Quando decidimos avançar não deixamos o problema para depois, resolvemos ele naquele momento ou caminhamos em direção a esse fim. Assim como recuar, avançar tem as suas consequências naturais. Deve-se ter confiança para avançar. Mas não se trata de confiar na força dos nossos pensamentos, do nosso físicos, tampouco da nossa capacidade de avançar em meio às lutas. Creio que devemos avançar confiando em Deus. A Bíblia diz em certa passagem que, entregando o nosso caminho ao Senhor e confiando no Senhor, o mais Ele mesmo faria.
É uma atitude de fé, sem a menor sombra de dúvida. Mas se podemos ter fé para confiar na resolução dos nossos problemas com a força do "nosso braço", penso que melhor fé é aquela que é depositada Naquele que nos concede a própria vida. Repito, avançar é uma questão de fé Naquele que é o Autor da criação.
Colocando na balança, prefiro avançar confiando no Senhor, seja qual for o problema. É difícil? É. É angustiante, em muitas situações? É. Mas lá no final, perceberemos, enfim, como fomos carregados pelo Todo Poderoso, o Senhor Deus.
Que Deus nos abençoe.
Amém.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Pensando na vida

Ainda ontem estava me preparando para a aula de Expressões Contemporâneas, com o Lívio, e comecei a ler o texto sobre o desafio bíblico da espiritualidade cristã brasileira. Mal estava me acostumando ao estilo da escrita o texto já começou a fazer brotar aquele senso de indignação com a situação atual da igreja.
O texto é muito rico. Parece superficial, mas não é. O autor começou falando da base para se entender a espiritualidade de um mundo pós-moderno e tal. Pincelou sobre a o paradigma racional do mundo moderno e os conceitos fluidos do pós e foi embora.
Foi uma reflexão muito profunda aqueles momentos de leitura de um excerto do texto. Precisei parar para dormir e acordar cedo.
Ao me encaminhar ao seminário, no ônibus, já fui tirando a apostila com os textos para estudo e recomecei a peregrinação nas linhas do referido artigo. O cara continuou a falar da busca pela espiritualidade e tudo mais. Daí lembrei daquele livro "O monge e o executivo", que li e achei até interessante. Se bem me recordo, quando pegava o ônibus para o escritório quase todos estavam segurando um exemplar e fazendo a leitura. No metrô era a mesma coisa. Que busca incessante do povo em direção ao espiritual. Penso que esse "movimento" seja válido quando se tem em mente o que deve ser buscado. Uma meditação muito própria é a de que espiritualidade sem Deus como centro disso é sobrenaturalismo barato. Por outro lado, Deus sem espiritualidade é pura reflexão fria e vazia de sentidos.
O artigo fala absurdamente mais do que essa minha medíocre análise. Para os interessados, o nome do arrazoado é "O Desafio Bíblico da Espiritualidade Cristã", que está no livro "O Melhor da Espiritualidade Brasileira", da editora Mundo Cristão.
Qualquer sugestão, é só entrar em contato: jeffersonferreira@gmail.com .

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Quanto tempo...

Olá, meus amigos...
Há quanto tempo não escrevo nesse blog! Muitas coisas aconteceram desde a última postagem: me casei com a pessoa que o Senhor separou para mim, a Aninha - numa festa maravilhosa regada com alegria e boa música (forró e MPB - tudo com a maior decência) e, juntos, fomos, no mês de janeiro, para o 48º Projeto Missionário da JUVEP, em Porto da Folha, alto sertão sergipano.
Particularidades à parte, tanto do casamento, quanto do projeto missionário, posso resumir esse dois eventos em uma só palavra: realização. O momento do casamento é único! Não tem nada igual na vida. A felicidade era tanta que eu não conseguia parar de sorrir. É algo, simplesmente, maravilhoso. A Aninha estava linda e quando estava esperando recebê-la de seu pai quando de sua entrada, eu comecei a chorar emocionado ao som de A Time For Us tocada pelo Rafael ao piano. Que momento lindo!
O projeto missionário da JUVEP é extremamente sério. Foi a segunda vez que participamos. Na primeira vez, fomos para Santana do Cariri, no sertão cearense. Isso foi em janeiro de 2007. Quantas histórias daquele lugar; quantas amizades que ficarão para sempre na nossa lembrança. Que saudades. Esse outro foi em Porto da Folha e, da mesma forma que o de Santana, muitas amizades e recordações maravilhosas ficaram. Muitas vidas foram entregues nos braços de Jesus. Pessoas foram edificadas e o Evangelho foi anunciado. Glória a Deus! Recomendo a participação de qualquer pessoa que deseja aprender sobre evangelização no sertão o projeto missionário da JUVEP.
Trazendo um pouco para o momento atual, estou em meio ao turbilhão de provas e avaliações no seminário. Graças a Deus, Ele tem me concedido forças para continuar estudando e me dedicando. Ontem tive teste de Hebraico I e posso dizer que fui bem. Hoje fiz um teste de História Eclesiástica I e acho que fui bem, também. Deus realmente está sustentando o meu fôlego.
Voltando para o casamento, a vida de casado é a coisa mais aconchegante que tem na face da terra. Estou muito feliz e sei que Aninha também está feliz. Ver a felicidade no rosto dela é muito bom. Ir ao mercado é a coisa mais legal que existe: procurar o produto, comparar preços, ver o peso...é ótimo!
Bom, vou ficar por aqui. Depois eu escrevo mais.
Abraços.