Comentários irrelevantes sobre coisas relevantes

sexta-feira, 20 de abril de 2007

Da morte para a vida

A morte sempre foi o evento da vida que o homem não pode resolver. Atualmente, alguns aventureiros tentam explicar a razão de todas as coisas baseando-se em tecnicismos e experimentações, mas em nada adianta: a certeza da morte ninguém poderá mudar.
Quando se fala de morte muitos pedem para mudar de assunto, outros se conformam com o término da vida e, ainda, alguns a tem como um motivo de lucro. Mas que pessoas loucas são essas que percebem na morte uma razão de benefício? O que isto mudará a minha vida? - Alguns podem perguntar.
O apóstolo Paulo, em sua carta aos Filipenses, no capítulo 1, versículo 21, diz: "Porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro". Paulo, certamente, sabia o significado da vida e da morte. O viver é viver em Cristo: entregar a vida a Ele, permitir que Ele controle as nossas ações, conversar com Ele, adorá-lO, ler aquilo que Ele deixou para nós, a Sua Palavra, a Bíblia.
Continuamos, porém, com o problema que nos atormenta: a morte, que um dia chegará. O próprio Jesus Cristo mostrou a solução no Seu evangelho, segundo escreveu João, no capítulo 11, versículo 25: "Eu sou a ressurreição e a vida, quem crer em mim, ainda que esteja morto, viverá". A promessa de Jesus é clara: "...ainda que esteja morto, viverá".
Portanto, não devemos ter medo da morte, basta crermos em Jesus; crermos que Ele morreu na cruz para nos salvar da condenação do inferno, para nos conceder uma vida diária com Ele, para tornar o nosso medo em ousadia de dizer um dia que "o viver pra mim é Cristo e o morrer é lucro".
Entregue sua vida a Jesus e deixe Ele ser Senhor da sua vida.
Deus o abençoe.

terça-feira, 17 de abril de 2007

Sem Deus não dá!

Para quem não sabe, sou estudante de Teologia no Seminário Teológico Betel, no Rio de Janeiro. Estou passando pela semana de provas, as primeiras provas do semestre. E, por essa razão, as vezes, me pergunto: "Quão importante é a atuação de Deus no êxito acadêmico?". Muitas respostas surgem. Uma delas é: "Acho que Deus não tem nada a ver com isso!". Imediatamente após esse pensamento, sou confrontado com a magnífica realidade: "Sou dependente do Senhor em todas as coisas da minha vida".
Nos dias atuais, em que a vida cristã evangélica sobrevive de lanches espirituais, regados com pipoca e refrigerante, tenho percebido que o conceito de dependência de Deus tem ficado para trás. Vejo nos movimentos vanguardistas que Deus "existe" para a satisfação do próprio ego e da própria carne. Parece até que Deus é o guardador de carro no estacionamento vip de um shopping. Ele fica esperando a pessoa entrar no shopping, se deliciar com as mais varidas satisfações e, depois, quando precisa, pede para que traga o seu bibelô! É algo, no mínimo, muito estranho.
Precisamos aprender a resgatar a dependência do Senhor. Somos mendigos, dependamos Dele. Não somos nada, dependamos Dele. Nos momentos de prova ou vitória, dependamos Dele.
Que Deus nos mude.